Necromancing The Stone – “Jewel Of The Vile” Review

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Antes de embarcarmos no sermão do costume acerca das super-bandas, de como a cada pontapé que se dá numa pedra, salta de lá uma super-banda, temos que referir obrigatoriamente a questão do nome. Gostamos de trocadilhos, gostamos de humor, independentemente do género de músico. Gostamos também de referências cinematográficas pelo que ter uma banda que se chama “Necromancing The Stone“, uma referência clara ao filme com Michael Douglas e Kathleen Turner (em português “Em Busca Da Esmeralda Perdida”) com um álbum entitulado “Jewel Of The Vile”, uma referência à sua sequela, “The Jewel Of The Nile” (em português, a “Jóia Do Nilo), então estamos logo conquistados. Até poderíamos ir já embora, nem ouvir o disco, porque era nota positiva garantida.
Mas ainda bem que ouvimos porque o som é bombástico mesmo, mesmo que algo difícil de definir e por isso mesmo poderá levantar alguns ódios de estimação. Mete no mesmo tacho death metal melódico, uma forte base thrash metal e tiques de heavy/power metal tradicional com uma voz a conduzir – este John Williams parece que foi raptado da década de oitenta directamente para aqui. De vez em quando também temos uns guturais que provavelmente sairão da mesma garganta. É nesta parte que poderão existir algumas divisões mas na nossa opinião, quem gosta de metal, não tem como fugir a isto. O som é brutal, a música apela aos sentimentos mais básicos do apreciador comum de heavy metal tradicional, com bons riffs, boas melodias, bons leads, solos e uma voz melódica como tudo mas ao mesmo tempo poderosa. A sério. É vício puro.
Admitimos que apesar de todos este entusiasmo, não temos muitas músicas marcantes (“The Descent” e “The Siren’s Call” são duas delas sem dúvida) ou pelo menos memoráveis, mas este é um trabalho que obriga a que voltemos a ele repetidamente. E aos poucos as músicas vão entrando aos poucos – o facto do álbum ter quase uma hora de duração também não ajuda a que seja mais rápido. É um dos nossos mais recentes vícios este trabalho, um álbum indicado a todos os fãs de heavy metal clássico e que tenham os horizontes minimamente abertos – ou pelo menos que deixem a música falar mais alto. Grande álbum! Resta apenas dizer de que o rótulo de super-banda justifica-se por contar com membros e ex-membros de Arsis, The Black Dahlia Murder, Brimstone Coven e The Absense.
1. Crusher
2. Bleed for the Night
3. The Descent
4. The Siren’s Call
5. Ritualistic Demise
6. The Old One
7. Rotted Reunion
8. Unfinished Business
9. Honor Thy Prophet
10. From Graves to Infamy
11. The Battle of Morningstar
Duração 54:21
Nota 9.3/10
 


 

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