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Session 9 Review

Quando não esperamos nada é fácil ser-se surpreendido. “Session 9” surpreendeu-me precisamente por não esperar nada de mais. A história conta um empreiteiro Gordon (Peter MullanTrainspotting) que aceita um trabalho de renovar um manicómio enorme no tempo recorde de uma semana. Devido às dificuldades que tem no seu negócio, este trabalho assume uma importância significativa. Depois de reunir uma equipa de trabalho, aos poucos vão desobrindo pormenores do passado do asilo, por um dos trabalhadores que cada vez mais se escapa ao trabalho para ir aos arquivos ouvir as fitas de gravação da sessão 9, o caso da paciente que fez com que o asilo fosse encerrado. Cada vez mais os confrontos entre a equipa surge até que um deles desaparece.
Foi uma boa surpresa mesmo com alguns erros de argumento. Adorei os diálogos do Simon (a entidade que supostamente fazia parte da personalidade da paciente) com o terapeuta, mas a ligação entre o caso do passado e do presente é muito ténue. Insere-se no tipo de filmes que no final as coisas não são bem como pensávamos que eram, como no Maquinista (que tal como este, também é realizado por Brad Anderson e tem muitos pontos em comum) e Secret Window mas ao contrário dos mencionados, aqui há algumas incoêrencias, apontando o filme todo para uma direcção, com as personagens a agir de maneira a sustentar isso e quando se vê o final, fica por explicar o porquê de tais acções. Fica-se com a sensação que a razão de elas existirem foram mesmo para despistar o espectador.
É um filme agradável de ver, e embora não seja propriamente de terror tem algumas cenas sangrentas. Conta ainda com as participações de Josh Lucas (Uma Mente Brilhante) e David Caruso (Jade; C.S.I. Miami)
Nota 6.5/10

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