Battle Beast – “Bringer Of Pain” Review

1. Straight to the Heart
2. Bringer of Pain
3. King for a Day
4. Beyond the Burning Skies
5. Familiar Hell
6. Lost in Wars
7. Bastard Son of Odin
8. We Will Fight
9. Dancing with the Beast
10. Far from Heaven
Duração 39:50
Olhando para os Battle Beast, ficamos
com a ideia de que os anos passam a correr. Parece que foi ontem que os
finlandeses participaram no famoso festival Wacken após concorrerem e ganharem
os Wacken Open Air Metal Battle Contest de 2010. Evoluindo ao que hoje se pode
referir de uma junção muito bem realizada entre um Heavy Metal bastante
melódico e os toques característicos do Power Metal germânico e escandinavo, os
Battle Beast
apresentam-nos mais um trabalho, o quarto editado pela Nuclear Blast,
com o toque característico que nos tem habituado.
Desde o começo que somos bombardeados
com os famosos riffs pesados e melódicos de Juuso Soinio e Joona Björkroth, os
arranjos instrumentais e sintetizados de Janne Björkroth (teclados) ou ainda na
sempre “fácil” voz de Noora Louhimo, que volta a efetuar um registo bastante
poderoso e muito bem conseguido. Fazendo (ainda) recordar bandas como Sabaton,
certos trabalhos de Gamma Ray ou Accept, os Battle Beast, não sendo totalmente
originais, sempre conseguiram de certa forma, serem capazes de produzir álbuns
agradáveis e diretos às pretensões dos ouvintes deste género. E “Bringer Of
Pain” não foge a esse registo, optando a banda finlandesa por não se reinventar
a si própria e continuar a fazer uma aposta segura em algo que já conta com uma
base de fãs construída e que de certa forma funciona, principalmente para os
que esperam um ambiente sonoro bastante meloso, sem perder o peso
característico do Heavy Metal da banda finlandesa.
“Bringer Of Pain” é uma proposta
bastante agradável para quem pretende gastar cerca de 40 minutos num agradável
álbum de Metal e já sabe com o que contar com os Battle Beast. Contudo seria
interessante ver a banda avançar noutro registo menos seguro, sem, porém, ser
necessário fugir ao género em que se inserem. Destaque para as faixas bastante
cativantes como “Straight to the Heart”, “Beyond the Burning Skies” e “Bastard
Son of Odin”. – Por Fábio Pereira
Nota 7/10

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