WOM Interviews – Basement Torture Killings – Especial Oeste Underground Fest

Uma das propostas internacionais do Oeste Underground Fest deste ano são os britânicos Basement Torture Killings, mestres do gore e horror musical que já nos agraciaram diversas vezes no nosso país com o seu talento. São uma das grandes confirmações para o festival e como tal, obrigatoriamente fomos falar com eles para fazer crescer (ainda mais) as expectativas em relação ao Oeste Underground Fest deste ano.

Olá pessoal e bem vindos ao nosso World Of Metal! Vão voltar a Portugal em Novembro, e sabemos que os vossos concertos são extremamente visuais e que depositam muito trabalho e cuidados neles. Podem dizer-nos o que esperar do vosso concerto? Quais são as expectativas da vossa performance no Oeste Underground Fest?

Antes de mais, é excelente podermos voltar a Portugal para tocar, é um dos nossos lugares favoritos e estamos realmente muito excitados por isso. O concerto, como sempre, será muito intenso e altamente visual. Queremos que as pessoas se lembrem dos nossos concertos e, talvez até, ficarem um pouco intimidados. Tenho ouvido muito boas coisas acerca do Oeste Underground Fest e estamos muito felizes por fazer parte deste fantático festival.

Como podem talvez saber, o Oeste Underground Fest tem um propósito de soliedariedade, para ajudar uma corporação de Bombeiros Voluntários. É habitual na Inglaterra ter este tipo de eventos que envolvam bandas de metal extremo?

Não é pouco comum para bandas de metal extremo apoiar grandes causas; nós participamos regularmente num largo númerod e eventos para ajudar na luta contra o cancro. Penso que se tem que apoiar coisas importantes, e é por isso que concordamos em vir tocar no festival.

Lançaram o vosso último álbum “There’s Something About Beryl” em 2017. Podem dizer-nos se estão a trabalhar em nova música e se seim, será que vamos poder ouvir algo novo no Oeste Underground Fest?

Acabámos recentemente de gravar o nosso novo álbum e os últimos retoques estão a ser dados, tais como mistura e masterização. O novo álbum tem um tema mas ainda não estou pronto para revelar qual é. Dito isto, vamos tocar duas músicas novas no festival, tocámos-as recentemente no Reino Unido e também na Alemanha e elas foram muito bem aceites. É sempre excitante estrear novas canções e material e será mesmo fantástico poder partilhar estas convosco.

O vosso último álbum, o já mencionado “There’s Something About Beryl”, foi o primeiro álbum com a Beryl na voz. Comparando as eras da banda, antes e depois dela se juntar, sentes que agora estão mais fortes que nunca?

A banda é bastante diferente agora do que antes da Beryl se juntar, não diria pior ou melhor, apenas diferente. Dito isto, a popularidade tem continuado a crescer e somos afortunados por agora sermos capazes de tocar mais e mais, em países diferentes e festivais. A banda é muito forte neste momento e eu acredito que assim vai continuar com o lançamento do novo álbum.

Sabemos que participaram, ou vão participar, num tributo à banda portuguesa Holocausto Canibal, com quem já tocaram juntos em concertos e lançaram splits. São a vossa banda portuguesa favorita? Há mais alguma banda de Portugal que gostem e apoiem?

É verdade que temos uma relação muito boa com Holocausto Canibal, Não são apenas uma grande banda que deixa o vosso país orgulhoso mas também são muito bons amigos. Vamos gravar a nossa cover em breve para o CD tributo e estou ansioso por honrá-los dessa forma. Mas a cena, no geral, em Portugal, é muito boa. Também gosto muito de Pestifer, Grunt, Ominous Circle, Serrabulho e outro. Também gostei bastante dos Shoryuken quando os vi na XXXicken Party, apesar de não ter a certeza se ainda tocam.

Obrigado pelo vosso tempo e disponibilidade. Vemo-nos no Oeste Underground Fest!

Mal podemos esperar pelo festival e fiquem descansados, vai haver sangue!!

Bandcamp / Facebook / ReverbNation

 


 

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