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WOM Report – Blame Zeus, Mr. Giant & The Broken Stone @ Metalpoint, Porto – 06.11.21

Em Setembro, os Blame Zeus apresentaram o seu novo baixista Bruno Branco nas redes sociais e no início de Novembro apresentaram-no ao vivo, no Metalpoint – embora, claro está, o tão aguardado regresso aos palcos nortenhos fosse o motivo principal para este concerto.

A banda convidada foi uma agradável surpresa. Nunca tinha ouvido falar em Mr. Giant & The Broken Stone mas o seu rockzinho alternativo, a fazer fronteira com o metal melódico, conquistou-me por completo. O seu álbum de estreia, “Metamorphosis”, viu a luz do dia em Dezembro do ano passado e escolheram sete dos seus dez temas para agitar o Metalpoint. Desde a vivacidade de “Desert Streets” e “Already Done” (temas que abriram a actuação), à intensidade de “Insomnia” e uma certa melancolia de “Vendetta”, o quarteto de Pedrógão Grande provou ser, de facto, “gigante”. Ao apresentar a banda, Fábio Jerónimo agradeceu a nossa presença e apoio, acrescentando com um sorriso um pouco triste que não existe “algo assim” no lugar de onde eles vêm. Da minha parte e, pela reacção do público, de muitos mais, podem voltar sempre que quiserem – são definitivamente bem-vindos.

Como os próprios Blame Zeus admitem, mal dá para acreditar que o seu terceiro álbum “Seethe” saiu já há dois anos. Mas com pandemias e afins, a sua promoção ao vivo foi algo limitada e focarem-se neste trabalho era o que todos estávamos a contar. E o novo single, “Burning Fields”, mas já lá vou.

Da mesma forma que “How To Successfully Implode” explode (sim, é um trocadilho) no início do álbum, assim foi no concerto. Depois retrocederam a “Theory Of Perception” com “Speechless” e andaram assim, em estilo montanha-russa, para cima e para baixo no tempo, mas sempre no topo no que toca à qualidade dos temas e respectivo feedback dos fãs presentes. Algo tímidos em “perguntas quiz”, pois quando Sandra Oliveira anunciou “o primeiro tema editado” e perguntou o seu título, ouvi várias respostas certas (“Accept”) mas num tom demasiado baixo, com medo de errar e desiludir a vocalista. Já a acompanhar as letras das músicas, timidez não lhes assistiu.

A referida “Burning Fields”, que Sandra referiu não fazer parte de nenhum álbum, o que me leva a crer que assim vai permanecer – fechou o alinhamento dito normal, mas “Déjà Vu” estava guardado para o encore.

Texto e fotos Renata Lino
Agradecimentos Blame Zeus


 

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