WOM Flash Reviews – Devourment / Bloody Brotherhood / Adrestia

Devourment – “Obscene Majesty”

Relapse Records

Estes são um dos clássicos, que nos são trazidos por uma das editoras mais clássicas no que à barulheira diz respeito. Os Devourment estiveram seis longos anos ausentes mas essa ausência não os fez afastar da sua sonoridade clássica. Aliás, muito pelo contrário já que este álbum marca o regresso de Brad Fincher (bateria), que em conjunto com Ruben Rosas (vocalista) são os únicos membros originais. Death metal bruto dos queixos (ou slam para quem acha piada ao termo) e bem downtuned que se mostra bem refiniado, principalmente numa altura em que atinge as duas décadas o lançamento de “Molesting The Decapitated”, a estreia da banda. Com aquele toque de classe, “Obscene Majesty” mata as saudades em grande. Literalmente!

Nota 8.5/10
Review por Fernando Ferreira


Bloody Brotherhood – “Don’t Break The Circle”

Dead Sheep Productions

O death metal dos bascos Bloody Dethroned está de volta com este segundo álbum “Don’t Break The Circle”. Que não se esperem grandes movimentações técnicas, estruturas complexas ou arranjos sinfónicos. Não, o que temos aqui é mesmo a vertente old school que tão pura nos parece quando temos (de uma forma mais ou menos geral) todos a querer tocar mais rápido e mais notas por segundo que o vizinho do lado. A banda sabe o que faz e não se mete com grandes aventuras embora por vezes se tenha aqui entusiasmado com alguns temas mais épicos e que acabam por fazer com que o álbum disperse a atenção do pivomte. Pegando na velha máxima que menos é mais, menos uns temas tornariam a obra, que já sendo boa, ainda melhor.

Nota 7.5/10
Review por Fernando Ferreira


Adrestia – “The Wrath Of Euphrates”

WormHoleDeath Records

A mistura de death metal com o crust/punk movido a d-beat não é nova mas ainda assim, após estes anos todos, não deixa de nos causar um impacto positivo.  Banda relativamente nova, segundo álbum, e ainda assim apresentam-se como um álbum que só parece estar à altura de veteranos. Deve ser qualquer coisa que deitam na água da Suécia que faz com que tenhamos bandas e trabalhos assim. “The Wrath Of Euphrates” é um disco zangado, feito por gente zangada para gente que quer descarregar a sua ira para deixar de andar zangado. E cumpre a sua função perfeitamente.

Nota 8/10
Review por Fernando Ferreira


 

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