WOM Tops – Top 20 Live Albums 2019

WOM Tops - Top 20 Live Albums 2019

20 - Magnum – “Live At The Symphony Hall”

SPV / Steamhammer

Janeiro vai trazer novidades fortes, já é sabido, mas esta é mais uma e muito especial, pois falar dos Magnum é falar de um nome mítico que influenciou e atravessou gerações. “Live At The Symphony Hall”, foi registado no último concerto da tournée “Road To Eternity”, da banda britânica, no Symphony Hall de Birmingham e claro é a eternização em 15 faixas, cheias de clássicos e novas canções presentes em “Lost On The Road To Eternity”, de um momento de celebração e demonstração da excelente forma com que os Magnum chegam ao final do ano de 2018. Mais um fantástico lançamento previsto para Janeiro.

Miguel Correia

19 - TNT – “Encore Live In Milano”

Frontiers Music

Começa a ser algo habitual na Frontiers. A realização do festival anual da editora proporciona, não só mostrar as suas bandas internamente, mas também alcançar via lançamentos áudio e vídeo os fãs das mesmas. O negócio é isso mesmo e a Frontiers, não brinca em serviço. Agora há lugar para mais um nome de referência desde sempre, os TNT e aqui um dos últimos momentos registado com a voz de Tony Harnell. Se não estou em erro, os TNT têm doze trabalhos de estúdio lançados e Tony integrou uma grande parte deles. Este disco, de certa forma, passa a pente fino os anos de Harnell como frontman da banda e se toda esta história promete não ter um fim à vista e ainda bem, este disco terá de fazer parte da colecção dos fãs, obrigatoriamente.

Miguel Correia

18 - Bonfire – “Live On Holy Ground – Wacken 2018”

Pride & Joy Music

O Wacken Open Air é uma referência para muitos de nós e claro para muitas das bandas é sempre um marco pisar aqueles palcos. Os lendários Bonfire não fogem à regra e fizeram questão de trazer aos fãs o registo da sua actuação no passado dia 4 de Agosto de 2018. O título dado reforça muito do que afirmo anteriormente, o Wacken é um terreno dito, sagrado e os Bonfire, a jogar em casa, não quiseram deixar de fora da sua história esta oportunidade fantástica de mostrar ao mundo que estão vivos e bem. O concerto também foi filmado e será lançado em formato DVD, onde podemos reviver todos os êxitos da sua carreira.

Miguel Correia

17 - Graham Bonnet Band – “Live In Tokyo 2017”

Frontiers Music

Mais um exemplo de dedicação e amor à arte musical. Bonnet tem andado empenhado e ocupado a solo, com os Alcatrazz e em outras participações, eu acho, que verdadeiramente, nunca esteve um segundo parado! Sou fã do seu trabalho e do seu percurso e aqui, a Graham Bonnet Band apresenta um registo ao vivo datado de 2017, revelador da sua garra e determinação em palco. O set começa com “Eyes of the World” dos Rainbow num desfilo épico e muito poderoso, de dezasseis hinos imortalizados na sua voz. Recomendadíssimo!!!

Miguel Correia

16 - FM – “The Italian Job”

Frontiers Music

Outro grande disco com o selo Frontiers, gravado no seu festival no ano passado e que serve para perceber, para quem nunca os viu ao vivo, toda a energia dos FM em coma de um palco. O set é totalmente apoiado no seu 10º álbum de estúdio, “Atomic Generation” et voilá, fãs da banda britânica, deliciem-se com esta audição, demonstrativa da capacidade dos FM, não só, em trazer o melhor aos seus antigos e fieis fans, mas também de conquistar uma nova geração.

Miguel Correia

15 - Der Weg Einer Freiheit – “Live In Berlin”

Season Of Mist

Álbuns de black metal ao vivo não são comuns mas os que existem são emblemáticos. Não sabemos se este “Live In Berlin” atingirá o mesmo patamar, até porque os tempos são outros mas de algo temos a certeza… este trabalho será essencial para os fãs da banda e também um excelente ponto de introdução à sua sonoridade para quem não os conhece. São dez faixas em quase oitenta minutos de duração onde a banda passeia praticamente por toda a sua discografia de forma perfeita – sendo um álbum ao vivo, há sempre a tentação de dar uns retoques no estúdio, mas neste caso… não me parece. O black metal da banda não é convencional e este acaba por não ser um álbum ao vivo convencional, numa era em que os mesmos já não são praticamente apreciados. Excelente!

Fernando Ferreira

14 - Riot V – “Live In Japan 2018“

AFM Records

Fazem parte da história do metal e são uma referência na mesma. Os fãs vão ter agora a oportunidade de ter um registo ao vivo dos Riot V, gravado no Japão, pais com forte ligação à banda americana. A 11 de março de 2018, eles ocaram no Club Citta o álbum “Thundersteel na integra e agora lançam via AFM esse momento único na carreira. Não percam a atmosfera contagiante deste duplo cd onde temos assim a possibilidade de rever e ouvir algumas das músicas mais icónicas da história do heavy metal.

Miguel Correia

13 - Holocausto Canibal – “Assintonia Hertziana”

Lusitanian Music

A capa deste álbum é de um excelente extremo mau gosto. E também perfeita para assinalar o segundo álbum ao vivo dos Holocausto Canibal (o primeiro foi “No Sleep ‘Til Trutnov” editado em cassete), este mais representativo como um bom apanhado de toda a carreira da banda. Som forte mas ainda assim cru e orgânico tal como se espera de uma actuação ao vivo, “Assintonia Hertziana” é O álbum ao vivo do goregrind nacional. E apesar do formato não ser comercialmente apelativo como era anos atrás, os fãs da banda e do underground não quererão certamente perdê-lo. Até que o próximo álbum de originais chegue, este vai rodar incansavelmente.

Fernando Ferreira

12 - Raven – “Screaming Murder Death From Above: Live In Aalborg”

SPV / Steamhammer

Uma das lendas da NWOBHM são os Raven, sem dúvida! Lançaram discos fabulosos, correram mundo, criaram a sua legião de fãs e agora tem pronto a sair um registo ao vivo, gravado em Aalborg. “Screaming Murder Death From Above: Live In Aalborg”, transmite-nos em 11 temas a energia ainda presente do trio americano/britânico, com uma particularidade, a banda não sabia que este show estava a ser gravado, por isso… ali foi captado algumas peripécias, que foram posteriormente editadas e corrigidas, falo do momento em que o baixo partiu e algumas irregularidades com um dos microfones. Aqui já está Mike Heller, baterista que entrou para a banda em substituição de Joe Hasselvander, vítima de um ataque cardíaco que o obrigou a parar definitivamente, mas os Raven seguiram e deixam no catálogo um momento brilhante, que na minha opinião deixou de fora alguns dos temas da minha preferência, mas que globalmente é o reflexo da carreira desta mítica banda!

Miguel Correia

11 - Steve Hackett – “Genesis Revisited Band & Orchestra: Live”

InsideOut Music

Este é um bom miminho para os fãs de Hackett e sobretudo para os fãs da fase dos Genesis da qual ele fez parte, para muitos a era dourada da banda (e também do chamado art rock). Estamos todos fartos de ver bandas a tocar com orquestra e se nalguns é um caso de auto-indulgência que não tem grande validade artística além da mera curiosidade, noutros é algo que até nos faz admirar como é que não aconteceu há mais tempo. Este é um desses exemplos, com a música a solo do guitarrista encaixar perfeitamente na dos Genesis e com ambas a tere um casamento perfeito com a orquestra. Tivemos a oportunidade de visualizar as filmagens e podemos dizer que para os fãs desta era dos Genesis (que parece que são os que existem em maior número tendo em conta a procura por espectáculos que lhe digam respeito) esta é uma aquisição essencial. Assim como também para quem gosta de rock progressivo, sendo que a sua melhor característica é o facto de não haver propriamente um abismo entre o material a solo com o da seminal banda britânica, algo que nem sempre acontece.

Fernando Ferreira

10 - Axel Rudi Pell – “XXX Anniversary Live”

SPV/Steamhammer

Bom, mais um disco, que neste caso pretende ser uma celebração, aliás o título diz tudo, são 30 anos de carreira do virtuoso guitarrista alemão e mais um produto para o seu catálogo discográfico. Pelo que percebi, este disco não estava mesmo nos planos de Axel, foi simplesmente o resultado de um punhado de gravações feitas pelo engenheiro de som ao longo da última tour, do álbum “Knight’s Call” e que depois de as ter dado a ouvir a Axel, foram então lançadas neste formato que reproduz de forma natural uma banda sem grandes artefactos, simples e em ótima forma. Funcionou e recomendo…

Miguel Correia

9 - Entombed – “Clandestine Live”

Threeman Recordings

Consta que a cisão nos Entombed deu-se quando Alex Hellid não participou na digressão da banda em 2013 e decidiu juntar-se a Nicke Andersson e Ulf que já não estavam na banda há alguns anos para tocar este “Clandestine” ao vivo. L.G. Petrov tinha um álbum pronto, processo para aqui, processo para ali e nasceram os Entombed A.D. e a justiça deu razão (e os direitos do nome da banda) a Alex, Nicke e Ulf. Para assinalar o aniversário foi então gravado o espectáculo ao vivo de “Clandestine” com uma orquesta sinfónica e lançado de forma de crowndfunding. Agora, dois anos depois e para assinalar o regresso da banda a sério, temos esta gravação (em vinil e CD) disponível para todos os outros que não participaram no crowdfunding, no entanto o que temos aqui são os temas sem a participação da orquestra. “Clandestine” é um pouco o patinho feio da discografia da banda. Não controu com L.G. Petrov, era mais complexo e não foi totalmente compreendido na altura em que foi lançado. Claro que com o passar do tempo teve a sua devida apreciação que agora deverá ajudar à aceitação deste trabalho. Espírito do death metal sueco em todo o seu esplendor como se estivessemos de volta a 1991. Além do álbum todo temos ainda a inevitável “Left Hand Path”. Um documento importante pelo conteúdo e também pelo o que significa – o regresso dos Entombed!

Fernando Ferreira

8 - Bullet – “Live”

SPV/Steamhammer

O concerto dos Bullet no ano passado foi um dos melhores concertos de heavy metal que vi na minha vida. E foi um concerto onde tocaram para uma sala quase vazia – o que já diz bastante acerca das prioridades do público português. Felizmente que para a posteridade temos agora este “Live”, que nos traz quase vinte músicas onde aquela mistura adorável entre o hard rock de uns AC/DC (da década de oitenta) se mistura com o heavy metal de uns Accept (da mesma década), onde passaram por todos os discos editados até hoje (ainda são alguns) com um carinho especial para “Dust To Gold” do ano passado. Sem dúvida um trabalho que é perfeito como introdução ao seu som assim como também para todos aqueles que partiram uma perna e por isso não conseguiram comparecer ao concerto no RCA Club.

Fernando Ferreira

7 - Jorn – “Live On Death Road”

Frontiers Music

O nome de Jorn já é incontornável na cena. Gravado no Frontiers Rock Festival 2018, Lande apresentou-se com uma grande banda com integrantes de longa data, como Tore More na guitarra, Sid Ringsby no baixo, produtor / tecladista Alessandro Del Vecchio, e não um, mas dois bateristas: Beata Polak e Francesco Jovino (Primal Fear). A lista de faixas inclui algumas músicas intemporais que abrangem toda a carreira de 20 anos da JORN. Da “Sunset Station”, incluída no “real” debut internacional “Worldchanger”, para clássicos absolutos como “Out to Every Nation”, “Stormcrow” e “Lonely Are the Brave”. Algumas surpresas também estão lá, como “Walking on Water” da Dracula Rock Opera e, claro, versões cover imperdíveis de “The Mob Rules” (Black Sabbath) e “Ride Like the Wind” (Christopher Cross). Para a história e para a coleção!

Miguel Correia

6 - Evil Invaders – “Surge Of Insanity – Live In Antwerp 2018”

Napalm Records

Poderá estranhar-se uma banda como os Evil Invaders tenha, depois de dois álbuns de estúdio, direito a um álbum ao vivo. Bem, a primeira coisa que devemos ter em conta é que as regras já foram chão que deram uvas. Se por um lados os álbuns ao vivo eram um lançamento guardado para certos momentos da carreira (e se falarmos de home vídeos, os custos também não era apetecíveis para todos) e tinham um bom impacto comercial e até memorável nos fãs, a realidade hoje em dia é bem diferente. Não só não têm o peso que tinham (como praticamente tudo o resto) como também as facilidades tecnológicas facilitam a que este tipo de registos surjam. E se estamos num mundo onde é possível ter um “Surge Of Insanity – Live in Antwerp 2018”, independentemente se vai vender ou não, estamos certamente num mundo melhor. Com os dois álbuns e outros tantos EPs, o que temos aqui é um excelente resumo da carreira da banda até ao momento e ainda há espaço para a cássica “Witching Hour” dos Venom, que se enquadra perfeitamente no speed metal da banda. Em termos visuais, acreditamos que aquilo que vemos é exactamente o que a banda entrega nos seus concertos, em termos de iluminação (que é reduzida mas apropriada para as expectativas). Não só é um excelente concerto para ver, rever e ouvir várias vezes como é também uma forma de entrada perfeita para o universo metálico da banda.

Fernando Ferreira

5 - King Diamond – “Songs For The Dead Live”

Metal Blade Records

Dizem as regras actuais se uma banda ou artista desaparece das redes sociais, do instangram, se não lança álbuns durante algum tempo, que desaparece para a obscuridade. Bem, isso até poderá ser verdadeiro, mas estas regras não se aplicam a todos. Alguém como King Diamond está acima delas. Basta olharmos para a recepção que o público registado neste álbum ao vivo – e apesar de podermos alegar que estamos perante overdubs, sabemos que a simplicidade do Rei ia contra esse tipo de artimanha, que outros usam e abusam – e até no entusiasmo com que este álbum era aguardado para verificarmos que estamos perante outro nível. Outro nível de tudo. Mesmo com o último álbum a datar já de 2007, o entusiasmo e antecipação por este regresso é como se estivessemos perante um álbum de originais. Apesar de todos os problemas de saúde, é com agrado que reparamos que o Rei continua com a mesma capacidade vocal de sempre e aqui além de passear por alguns dos seus melhores momentos, o prato principal é mesmo a sua reinterpretação por inteiro do seu clássico absoluto, “Abigail” – que fazia na altura trinta anos de idade. Temos também alguns temas dos álbuns anteriores e seguintes (“Out From The Asylum”, “Welcome Home” e “Them do álbum com o mesmo nome, “Sleepless Nights” do “Conspiracy”, “Eye Of The Witch” e “Insanity” do “The Eye”) e até incursões ao reino dos Mercyful Fate com “Melissa” e “Come To The Sabbath” (do primeiro e segundo álbum respectivamente). A banda demonstra está no seu melhor e por muito que preferíssemos ter uma amplitude de temas escolhidos mais ampla, não deixamos de ficar rendidos ao seu poder. E claro, de ter esperança por mais álbum de estúdio. Só mais um… vá lá.

Fernando Ferreira

4 - Slayer – “The Repentless Killogy”

Nuclear Blast

A tão malfadada despedida dos Slayer dos palcos que percorreu o mundo inteiro materializou-se num Blu-Ray/DVD/CD duplo que nos chegou agora. Dois cds que poderiam muito bem ser o dobro – embora seria improvável que tocassem tudo no mesmo concerto já que a banda por norma nunca terá tocado mais que noventa minutos. É um exercício engraçado repararmos que o grosso do alinhamento está baseado na décad de oitenta com algumas poucas incursões a trabalhos posteriores, deixando ainda assim muitos álbuns de fora. E no entanto, não deixa de ser um trabalho obrigatório para qualquer fã de Slayer ou mesmo de thrash em geral, assim como os concertos que a banda deu um pouco por todo o lado o eram. Histórico e obrigatório.

Fernando Ferreira

3 - Sons Of Apollo – “Live With The Plovdiv Psychotic Symphony”

InsideOut Music

Era inevitável. E ainda bem. Sons Of Apollo é talvez o projecto onde vemos Portnoy envolvido que parece ter poder rivalizar com os Dream Theater em termos de interesse musical no reino progressivo. Mais do que os nomes envolvidos que dispensam apresentações, é mesmo a música que resultou dele – além de que é também bom ver Jeff Scott Soto num projecto de metal à dimensão do seu talento. Este álbum ao vivo, gravado num dos espaços mais fantásticos para algo do género – recordamos que o último álbum ao vivo de Devin Townsend também foi registado aqui – não só nos traz o álbum de estreia da banda (e único até agora) “Psychotic Symphony” praticamente tocado na íntegra, como traz uma mão cheia de covers fantásticas que contam com a ajuda de uma orquestra. O resultado é bem memorável, tanto em termos auditivos (3 CDs) assim como visuais, o qual tivemos acesso, não sabendo ainda que tipo de extras vai incluir. São mais de duas horas e meias que qualquer fã de rock e metal progressivo (e não só) vai querer ter na sua colecção. Simpesmente fantástico!

Fernando Ferreira

2 - Generation Axe – “The Guitars That Destroyed The World: Live In China”

earMusic

Se o G3 foi um sonho molhado desde há muito, então este Generation Axe é o fim da picada. Temos cinco dos grandes nomes da guitarra – onde talvez Tosin Abasis seja talvez o menos imediato mas sem dúvida representante de uma nova geração de guitar heroes, que revolucionou a música instrumental com os seus Animals As Leaders. Este espectáculo ao vivo – que terá sido maior do que aquilo que é evidenciado aqui, suspeitamos – começa e acaba com os cinco mestes em palco mas depois passa a cada um deles a solo e ocasionalmente com um dos outros como convidado – caso da “Physical Education” onde Tosin Abasin toca com Nuno Bettencourt; a “Sideways” onde Bettencourt toca com Zakk Wylde; “Black Star” onde temos Malmsteen e Vai; e a “Frankenstein” que junta todos excepto por Malmsteen”. É um festim de guitarras, rock, hard rock, heavy metal que acaba em verdadeira apoteose com a “Highway Star” dos Deep Purple. Um vício de disco e uma experiência que queremos ver repetida!

Fernando Ferreira

1 - Helloween – “United Alive In Madrid”

Nuclear Blast Records

Quando a banda anunciou a tour desta reunião (parcial porque ficarão de fora Uli Kush e Roland Grapow, pelos motivos que já são mais ou menos conhecidos e que a banda não deixa esmiuçar muito) era previsível que saísse cá para fora um álbum ao vivo. E como estivemos presentes na passagem pela banda por Lisboa, sabemos bem como vale a pena. Em temos de alinhamento, não é propriamente uma surpresa já que temos aqui o alinhamento bastante semelhante do concerto que vimos, que é à semelhança de toda a digressão. Vários momentos de interesse, logo desde o início com o épico “Halloween” assim como a conjugação dos membros mais antigos (Kai Hansen e Michael Kiske) em músicas posteriores à sua saída da banda como “If I Could Fly” e “Are You Metal”, só para citar dois casos. Ao que tudo indica no entanto, a versão que está à venda, vem com um terceiro disco que inclui quatro temas que não temos nesta promo, que são “March Of Time”, “Kids Of The Century”, “Why” e “Pumpkins United”. Independentemente disso, só pelo factor histórico, só pela qualidade da banda, da música e do espectáculo, isto é algo que merece ser guardado na audioteca de qualquer fã que se preze.

Fernando Ferreira

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