WOM Interviews – Dharma – Especial Oeste Underground Fest

Os Dharma foram uma enorme surpresa. Conforme fomos recebendo as confirmações para a quarta edição do Oeste Underground Fest, foram-nos apresentadas algumas bandas com as quais ainda não tínhamos cruzado caminho. Os Dharma foram uma delas e quando efectivamente ouvimos a sua música, não deixámos de ficar entusiasmados pelo concerto que vão dar no próximo dia 2 de Novembro no Pavilhão Multiusos da Malveira. E, claro, de ter esta pequena conversa com eles. Por Fernando Ferreira

Olá pessoal e bem vindos ao nosso World Of Metal. O que significa para os Dharma participar num evento como o Oeste Underground que tem um objectivo de solidariedade?

Olá e obrigada pelo convite! Este festival tem sido uma presença constante no círculo metal underground nacional e é uma óptima oportunidade nós estarmos presentes. É muito gratificante podermos ajudar uma causa ao mesmo tempo que apresentamos também o nosso Ep “Obsolete”.

O vosso som é uma mistura entre metal e hardcore. Tendo surgido na presente década, não viveram, como banda, o período das tribos em que havia uma separação muito clara de águas entre géneros, embora ainda existam ainda muitas pessoas que pensam dessa forma. É algo que não faz o mínimo sentido para vocês, certo?

Compomos aquilo que para nós faz sentido musicalmente, sem pensar muito se estamos a ir pela categoria A ou B. Se para algumas pessoas faz sentido separar “águas” dentro da música, tudo bem, mas para nós faz sentido tocar o que gostamos sem pensar se nos aproximamos mais de um molde ou de outro.

“Obsolete” é o vosso recém-lançado segundo EP. A primeira coisa que se salienta é o poderoso som que está ao melhor nível tanto nacional como internacional. Foi complicado atingi-lo?

Primeiro muito obrigado pelo elogio! Ficamos muito contentes que tenham gostado do Ep.  Foi de facto complicado. O Ep passou por varias fases de desenvolvimento: pre-produção, gravação, produção, mix e master, foi tudo feito em sítios diferentes e com pessoas diferentes com variadas perspectivas musicais. Por cada vez que passava de “mão em mão” e à medida que nós próprios iamos crescendo, essas influências variadas foram-se reflectindo no nosso som.

Que expectativas têm para “Obsolete”?

Gostaríamos de poder continuar a divulgá-lo ao vivo para o EP chegar ao número máximo de pessoas. Um dos maiores objetivos deste EP seria construir uma base de fãs sólida!

A nível de concertos, estão a planear andar pela estrada a promover “Obsolete”? E lá fora também? Qualidade para isso não vos falta…

Por enquanto não temos nada ainda planeado mas… aceitamos propostas! Gostávamos de poder tocar mais, tanto em Lisboa como noutras cidades, mas até agora não nos apareceu oportunidades para tal. Temos sentido a que a “scene” está muito adormecida, e apesar de saber que o EP foi muito bem recebido até agora, isso não se traduziu em oportunidades de concerto.


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