WOM Tops – Top 20 Power Metal Albums 2020

WOM Tops - Top 20 Power Metal Albums 2020

Power! Mesmo o que precisamos para o novo ano é Power, já que 2020 foi um ano negro para a música. Mas mesmo num ano como este encontrámos muitos concorrentes para chegar ao trono do estilo e sentimos que a oferta é mesmo muito grande, algo que é proporcional à qualidade. Ao andarmos por este top parece que estamos perante uma oferta all-star do Power Metal. Parece? Não, é!

20 - The Unity – “Pride”

SPV/Steamhammer

O terceiro trabalho desta super-banda, é para mim um regresso ao mais alto nível. “Pride” é um disco forte, sólido e variado musicalmente e acho que é aqui que a coisa ganha força, uma vez que em cada faixa nos deparamos com algo novo comparativamente com os seus antecessores. Há muito das raízes germânicas no som, claro, mas também há muito daquele som metal mais tradicional, a tal inspiração dos anos 80 que nem todos sabem utilizar nas suas composições. “Pride”, volto a reforçar, é um must musical e em tempos de crise é sempre e bom depararmo-nos com um disco assim que nos anima em todos os sentidos e que nos deixa navegar por diferentes sonoridades musicais.

“Hands Of Time”, “Damn Nation”, “Wave Of Fear” são os difíceis destaques, mas que arrisco mesmo a dizer que são do melhor que podemos ouvir e deixo no ar a vossa apreciação para “Rusty Cadillac”…descubram-no! Forte!

Miguel Correia

19 - Iron Savior – “Skycrest”

AFM Records

Começo já por dizer que este álbum é nota 10! Sielck, continua na crista da onda, produzindo música com uma vibe única, sempre moderna e cheia de energia!

Assim, sinto aqui mais uma vez, um conjunto de temas trabalhados e pensados ao pormenor, com toda a força e melodia do power metal alemão, fazendo de “Skycrest” um disco que não dá vontade de parar de ouvir… Acreditem que este disco supera o seu também aclamado antecessor e vai deixar a sua marca.

Por fim, faço uma referência a “Ease Your Pain”, uma balada melosa, muito melosa mesmo…daquelas que mexe com a sensibilidade de qualquer um, longe do peso de “Break It Up”, por exemplo, mas cheia de magia no ar!

Parabéns aos Iron Savior e particularmente a Piet Sielck por nos proporcionar algo único em tempos tão difíceis de enfrentar.

Miguel Correia

18 - Alogia – “Semendria”

Elevate Records

Fantástico trabalho. Não conhecia os Alogia, uma banda sérvia que completa no presente ano duas décadas de carreira e que tem uma qualidade inesperada – pelo menos para um colectivo que nos passou completamente ao lado. Power metal clássico de grande feeling e que é ainda mais abrilhantado pela participação de Mark Boals, de Tim “Ripper” Owens e de Fabio Lione. Mas nem eram precisos estes nomes para tornar este álbum fantástico. Mesmo sendo curto, com pouco mais de meia hora, é um vício absoluto. Ouve-se sem cansar e é memorável como tudo. Agora, claro, a missão é descobrir o que está para trás.

Fernando Ferreira

17 - Trick Or Treat – “The Legend Of The XII Saints”

Scarlet Records

Alguma originalidade neste novo trabalho dos Trick Or Treat. 12 músicas épicas, uma para cada signo do zodíaco!Um álbum conceptual inspirado na anime de “Saint Seya”, cirado em 1985 por MAsami Kurumada, mais precisamente falando da saga intitulada “The Legend Of The 12 Saints Of The Gold”, transformado aqui num conto musical, épico e muito divertido de se ouvir, com orquestrações majestosas, poderosas que num todo resultam bastante bem.Para a banda italiana foi um desafio para nós ouvintes é um desafio ganho com todo o mérito.

Fernando Ferreira

16 - Dynazty – “The Dark Delight”

AFM Records

“Presense Of Mind” abre o caminho para aquilo que vai ser memorável. “The Dark Deligth” dos suecos Dynazty. É os sexto disco e podem acreditar que estamos, para mim, perante um dos melhores trabalhos feitos pela banda. A banda desenvolveu e refinou o seu som em algo que funde a cena moderna do metal com o passado, criando algo totalmente único. Hoje é composta por músicos altamente respeitados e procurados e muito ativos na cena metal, isso é uma mais valia nestes momentos de criação ou composição. Assim o vocalista Nils Molin, hoje conhecido pela fama nos Amaranthe, é novamente acompanhado pelos guitarristas Love Magnusson e Mike Lavér, o baixista Jonathan Olsson e o baterista George Egg. Dessa forma, os Dynazty têm uma base sólida e perfeita para o que der e vier.

Fernando Ferreira

15 - Magnus Karlsson’s Free Fall – “We Are Night”

Frontiers Music

Chris Reese e Tom Dring dos Corrupt Moral Altar têm uma nova aventura musical, estes Lake Baihal, e apesar de ser apenas um tema, em termos de duração, podemos dizer que se trata de um EP já que são quinze minutos, numa autêntica viagem de montanha-russa, com vários géneros a juntar-se do black ao doom metal, onde até solos de saxofone se fazem sentir. Tudo flui de forma perfeita. De tal forma que a cada vez que ouvimos há novos pormenores a surgir e novas perspectivas. E é apenas um tema. Imaginem um álbum inteiro.

Fernando Ferreira

14 - Judicator – “Let There Be Nothing”

Prosthetic Records

Apesar deste ser já o Quinto álbum dos Judicator, tenho que confessar que não os conhecia. Nada que não mude após isto já que este álbum mostra-nos um power metal bem sólido e sóbrio que faz com que queiramos conhecer a fundo da discografia. Temas bem sólidos e com grande poder mas é no departamento da voz que a coisa está mesmo no topo – ainda que se possa acusar um pouco de proximidade do tom de John Yelland em relação a Hansi Kürsch, uma comparação que ele provavelmente já estará farto de ouvir. “Let There Be Nothing” dá-nos mesmo muito.

Fernando Ferreira

13 - Vicious Rumors – “Celebration Decay”

Steamhammer

É sempre motivo de celebração quando se tem uma banda icónica, como é o caso dos Vicious Rumors, a brindar-nos com música nova. A evolução da banda norte-americana nos últimos anos tem sido impressionante, conseguindo suportar bem a passagem dos tempos, como ir modernizando o seu som de forma natural, onde o thrash metal costuma ser um ponto de paragem. “Celebration Decay” não é excepção, mostrando mais uma vez como o poder do metal tanto se pode revelado com músculo (ou seja riffs e poderio rítmico acentuado) assim como pela graciosidade (onde as harmonias e os leads falam bem mais alto. Os Vicious Rumors são a prova daquela máxima “algumas coisas apenas ficam melhores com a passagem do tempo”. Fantástico, simplesmente.

Fernando Ferreira

12 - Kenziner – “Phoenix”

Pure Steel Records

Tento sempre fugir a um padrão de review, mas quando a banda é nova para mim ou o possar ser para a maioria dos nossos leitores, volto aquilo que é a norma, como é o caso. Os Kenziner, são da Finlândia e também eles fogem ao padrão da cena, trazendo um som neoclássico, como eles dizem, progressivo e cheio de power! Bem, se eles o dizem, quem sou eu para discordar? Aqui ou ali a coisa descamba positivamente para algo mais melódico, roçando a perfeição. O uso pesado de teclados dá-lhes uma textura distintamente diferente, fazendo deste disco algo que soa como um renascer das cinzas como a própria fénix, talvez pelo facto da própria banda ter ganho outro fólego em 2012… talvez! O que mais posso dizer é que gostei imenso desta proposta, convenceu-me e ficou mais um nome na minha lista de “nomes a seguir”! Fantástico!

Miguel Correia

11 - Almanac – “Rush Of Death”

Nuclear Blast

Devo confessar que apesar de competentes, e apesar de ser fã de Victor Smolski, os Almanac nunca me entusiasmaram tanto como os Rage no período em que Smolski era uma das principais forças criativas – senão a principal. E agora, ao terceiro álbum tudo muda. Apesar de andar um bocado perdido quanto a vocalistas, apresentam-se ao serviço quatro e é um bocado difícil quem é que é convidade e quem é que residente. Mas seja como for, a música é sólida. Do mais sólido que Smolski tem apresentado a solo. E até mesmo para além disso. Som forte, músicas sólidas onde a melodia e poder convivem bem, onde as diferentes trazem valor acrescentado e não confusão. Também é refrescante termos as guitarras mais proeminentes do que algumas tendências sinfónicas. Mais poderosos que nunca, este é definitivamente o melhor trabalho dos Almanac até ao momento.

Fernando Ferreira

10 - Amahiru –“Amahiru”

earMUSIC

Boa surpresa e mais uma prova – como se precisassemos de alguma – do enorme talento de Frédéric Leclercq (ex-Dragonforce e actualmente nos Kreator, Sinsaenum, Loudblast e mais uma mil bandas) que aqui se juntou a Saki (das Mary’s Blood e Nemophila, duas bandas totalmente femininas de metal praticamente desconhecidas aqui pelos nossos lados) para apresentar algo novo. Uma fusão do mundo ocidental e oriental através do heavy/power metal. A influência nipónica insurge-se pela presença de algumas melodias e instrumentos próprios (como na faixa de abertura “Innocent”, mas até não surge com a frequência que se pode julgar. As guitarras estão repartidas entre Leclercq (que tratou também do baixo) e Saki, sendo que Saki concentrou-se apenas na guitarra lead. Para completar o ramalhete temos ainda Mike Heller (baterista dos Fear Factory), Coen Janssen (teclista dos Epica) e ainda um desconhecido Archie Wilson (que tem uma série de vídeos de covers no YouTube) que tem uma fantástica voz, que eleva ainda mais a classe da coisa. Conjunto de temas bastante diversos, que vão do mais melódico (e instrumental) ao furioso (como a viciante “Samurai” que é sem dúvida o tema mais viciante de todo o trabalho. Sabendo de antemão de que este poderá ser um projecto esporádico, fica de qualquer forma como resultado um bom álbum de originais de heavy / power metal moderno e melódico.

Fernando Ferreira

9 - Unleash The Archers – “Abyss”

Napalm Records

Assim que se vislumbrou no horizonte ter de fazer a review dos Unleash The Archers, houve uma certa melancolia a instalar-se. Não que a banda me cause algum tipo de alergia sentimental mas porque estes novos temas poderiam estar a ser descobertos ao vivo, caso o Vagos Metal Fest se tivesse realizado. Esse sentimento não melhorou após efectivamente ter ouvido “Abyss”, que é monstruoso! No melhor dos sentidos. A mistura entre diversos géneros já é uma marca registada – sendo que é o entusiasmo power metal vitaminado que acaba por sobressair. O entusiasmo de  canções como “Legacy”, “Return To Me” e “Soulbound” são uma boa representação do que podemos ouvir aqui e também de temas que adoraria ver ao vivo. Bem, não temos a música ao vivo mas pelo menos, e por enquanto, ainda a podemos ouvir agora. O tempo poderá provar ser exagero, mas por enquanto a convicção é de que este é um dos seus melhores.

Fernando Ferreira

8 - Vhäldemar – “Straight To Hell

Fighter Records

Poder. Os Vhäldemar (atenção, não confundir com o cunhado do talhante do mercado) poderão ter um nome dos menos apelativos que se poderia arranjar para uma banda de power metal mas o seu som compensa certamente toda e qualquer falha. Poderoso mas sem se deixar levar por melodias demasiado adocicadas, os Vhäldemar vieram para mostrar que é possível fazer power metal com ênfase no power. Base heavy metal, melodias e refrões que nos impelem para o combate, “Straight To Hell” é um álbum diverso mas que não chega a cansar nem num tema mais emocional como “When It’s All Over”. Um grande álbum.

Fernando Ferreira

7 - Attick Demons - "Daytime Stories, Nightmare Tales"

Rock Of Angels Records

Este álbum dos Attick Demons era esperado com grande ansiedade pelos fãs. Quatro anos após o lançamento de Let´s Raise Hell, é o primeiro álbum de originais gravado com Ricardo Oliveira na bateria e, já durante as gravações, tornou-se no primeiro álbum da banda sem o Luís Figueira na guitarra, substituído por Dário Antunes. É, assim, um álbum de mudanças, que começa por apresentar uma capa bem diferente das anteriores, que nos remete para um imaginário de contos e histórias, e um grafismo a fazer lembrar outras épocas, de clássicos como Helloween ou Dio.

Mas, vamos à música… O álbum é composto por nove temas, com letras bem diferentes daquelas a que estávamos habituados, e temáticas que vão desde um contrato com o Diabo a amizades que se perdem. São temas orelhudos, de refrões que se cantam facilmente e que ficam na memória.

“Daytime Stories, Nightmare Tales” apresenta uma bateria forte, rápida e consistente, o que não nos surpreende, vindo do Ricardo Oliveira. A guitarra de Nuno Martins parece mais solta, com um som mais “aberto”, menos “tímida” o que, em conjugação com o estilo dinâmico e melódico de Dário Antunes, faz com que a dupla de cordas funcione na perfeição. Sobre o baixo de João Clemente pouco mais se pode dizer do que excelente! Um álbum longe do conceptual “Atlantis” e bem diferente de “Let´s Raise Hell”, “Daytime Stories, Nightmare Tales” tem uma sonoridade mais hardrock, na qual a voz de Artur se enquadra na perfeição. Aliás, há momentos neste álbum, em que Artur Almeida atinge notas e tons que, enquanto seguidora da banda, nunca tinha visto acontecer.

Não perdendo a sua identidade ou a raiz NWOBHM, sente-se que a banda explorou outras influências, e ao longo da escuta conseguimos identificar sonoridades mais melódicas que nos remetem para o mundo do Symphonic /Power Metal.

“Daytime Stories, Nightmare Tales” é um excelente álbum, que mais uma vez mostra que os Attick Demons são uma das bandas referência do heavy metal nacional.

Rosa Soares

6 - Nightfear – “Apocalypse”

Fighter Records

Musicalmente os Nightfear são impressionantes! O seu estilo de Power Metal apresentado neste disco é algo de nos deixar presos do primeiro ao último segundo de audição. Mais uma banda que fico a acompanhar e acreditem sou um sortudo por poder ter estas oportunidades de alargar o meu conhecimento e o meu…catálogo musical. A maioria das músicas são debitadas a alta velocidade cheias de melodia, arrojadas na sua composição e soam de forma furiosa com vocais altos e solos de guitarra loucos e tirados de forma mágica da cartola dos seus guitarristas.

Miguel Correia

5 - Them – “Return To Hemmersmoor”

Steamhammer / SPV

Os Them estão de volta com o seu heavy metal thrashado (que basicamente equivale ao power metal norte-americano onde os Iced Earth são uma boa referência) e é também o regresso da trilogia que começou no primeiro álbum “Sweet Hollow”. Confesso que apesar de gostar de álbuns conceptuais, este não é o seu principal atractivo – fruto de os analisar apenas pela música unicamente e sem ter acesso às letras. E é a música que domina por completo a nossa atenção. Riffs marcantes, melodias vocais e, claro, grandes solos de guitarra. “Free” e “The Thin Veil” são excelentes exemplos desta classe que é esbanjada ao longo de quase cinquenta minutos.

Fernando Ferreira

4 - Grave Digger – “Fields Of Blood”

Napalm Records

As sequelas são tramadas. Não só no cinema. Já na música isso ficou mais que provado com algumas tentastivas de recuperar ou revitalizar êxitos passados, nomeadamente nos álbuns conceptuais. O primeiro grande sucesso dos teutónicos Grave Digger (após o seu regresso) foi precisamente com um álbum conceptual e foi esse sucesso que marcou para sempre a sua carreira. Seja pela quantidade de vezes que tentaram repetir a história com álbuns conceptuais ou mesmo por fugirem a eles. Nem sempre as coisas correram bem mas os nossos coveiros favoritos nunca desistiram. “The Clans Will Rise Again” de 2010, não sendo um mau álbum, não conseguiu ter um impacto como a primeira parte, talvez pelas expectativas estarem bem altas. Após um competente “The Living Dead” de 2018, eis que a terceira parte nos apanha desprevenidos. Para já assume-se já como o álbum mais catchy dos últimos tempos, com aqueles refrões e melodias que nos faz levantar a espada aos céus enquanto cantamos com o nosso clã. Tal como as sequelas fracassadas que falamos atrás e até como “The Clans Will Rise Again”, não se sente que este seja um trabalho a tentar recuperar o quer que seja. Quanto muito é a comemoração mais que perfeita do quadragésimo aniversário da carreira de uma das mais persistentes carreiras do power metal alemão. Ah, é também um vício do caraças.

Fernando Ferreira

3 - Gomorra – “Divine Judgement”

Noble Demon

Um dos pontos fortes em termos de marketing para este disco de estreia dos Gomorra é a presença de Damir Eskić, dos Destruction, mesmo que o som aqui esteja consideravelmente distante da mítica banda thrash alemã. Podemos considerar alguns pontos em comum mas no geral, a toada da banda suiça é mesmo o heavy/power metal. Os solos são um ponto de destaque mas as canções, como um todo, estão bem acima da média. A qualidade vai dos refrões até ao som, que está poderoso e mesmo no ponto para haver acalamação metálica. Mesmo quem tem uma ideia negativa do power metal vai ficar fã, mais que certo.

Fernando Ferreira

2 - Ross The Boss – “Born Of Fire”

AFM Records

Mr. Ross Friedman está de volta! Claro, que a coisa não limita só a Ross, mas a uma equipa, forte, coesa e com uma destreza musical fabulosa. Quem espera aqui por um disco com aquela sonoridade Manowar, pode tirar o cavalo da chuva, “Born Of Fire” é um álbum METAL, com tudo aquilo que faz parte das estruturas do estilo clássico. Comparativamente com o seu antecessor, que eu adorei, este disco está uns furos bem acima. Falo de temas mais pesados, mas consistentes e onde se sente um Marc Lopes a cantar cada vez melhor, aliás, eu sempre disse que Marc tem tudo para ser uma referência dentro do estilo, crú, selvagem, arranhado por vezes, mas sempre poderoso! “Glory To The Slain”, por exemplo, é uma abertura digna e poderosa que nos deixa logo a ideia do que esperar… wow…até me arrepiou! Ross The Boss, que brevemente irá passar novamente pelo nosso país, tem aqui um punhado de músicas que anseio poder ver ao vivo! Soberbo!

Miguel Correia

1 - Firewind – “Firewind”

AFM Records

Firewind! Sim, adoro! Acho Gus G um mestre das seis cordas e por vezes não percebo, se calhar não é mesmo para perceber, porque é que Ozzy não lhe deu outro aproveitamento. Bem, deixando isso para trás o momento é o de “devorar” literalmente esta nova proposta musical da banda grega. “Welcome To The Empire” é o primeiro passo e claro é Firewind com tudo aquilo que já nos habituaram, aquelas linhas musicais os brilhantes solos de Gus e a novidade, ou talvez não, é a de termos uma nova voz na linha da frente. Herbie Langhans é o novo vocalista, com um desempenho muito acima da média, confirmando aqui algo que já vinha demonstrando no seu passado, quanto às suas capacidades. Claro que recomendo!

Fernando Ferreira

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